terça-feira, 26 de abril de 2011

DEUS SABE



Há momentos muito difíceis, que parecem insuperáveis, enriquecidos de problemas e dores que se prolongam intermináveis, ignorados pelos mais próximos afetos, mas que Deus sabe.

Muitas vezes te sentirás à borda de precipícios profundos, em desespero, e por todos abandonado. No entanto, te encontrarás a sós, porque, no teu suplício, Deus sabe o que te acontece.

Injustiçado, e sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, experimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.

Crucificado nas traves ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa ninguém detecta, a fim de minimizar-lhe as conseqüências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.

Deus sabe tudo!

Basta que te deixes conduzir por Ele, e sintonizado com a Sua misericórdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.

Assim Seja

Do livro: Filho de Deus

Autora Espiritual: Joanna de Ângelis

Psicografia: Divaldo P. Franco

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Estudo


  • Passes e Curas Espirituais
  • Autor: Wenefledo de Toledo
  • Editora: Pensamento
  • Obra dividida em 3 partes, contém 17 lições que abordam todos os assuntos relacionados à terapêutica do passe espírita, todas acompanhadas de ilustrações que facilitam a compreensão do tema. Tamanho: 13.00 x 19.00 Páginas: 180

domingo, 24 de abril de 2011

ESPIRITISMO, O CRISTIANISMO REDIVIVO


De autoria de Allan Kardec , O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO foi lançado em abril de 1864. Trata com atenção especial a aplicação dos princípios da moral cristã e de questões de ordem religiosa como a caridade e a prece.

Entre as cinco fundamentais obras do espiritismo compiladas por Allan Kardec, é a que dá maior enfoque a questões éticas e comportamentais do ser humano.

“Fé inabalável só é a que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade”.

“Fora da caridade não há salvação”;

sábado, 23 de abril de 2011

Humberto de Campos entrevista Judas Iscariotes


Reproduzido de: http://www.omensageiro.com.br/entrevistas/entrevista-51.htm

O consagrado escritor Humberto de Campos encontra em Jerusalém, às margens do Jordão, o até hoje incompreendido Judas Iscariotes. Com ele conversa sobre a condenação de Jesus e realiza esclarecedora entrevista, ditada a Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, em 19 de abril de 1935. Leiamo-la.

Nas margens caladas do Jordão, não longe talvez do lugar sagrado, onde o Precursor batizou Jesus Cristo, divisei um homem sentado sobre uma pedra. De sua expressão fisionômica irradiava-se uma simpatia cativante.

- Sabe quem é este? - murmurou alguém aos meus ouvidos. - Este é Judas.

- Judas?!...

- Sim. Os espíritos apreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver atrás, visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram, sentindo-se momentaneamente transportados aos tempos idos. Então mergulham o pensamento no passado, regressando ao presente, dispostos ao heroísmo necessário do futuro. Judas costuma vir a Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de Nosso Senhor, meditando nos seus atos de antanho...

Aquela figura de homem magnetizava-me. Eu não estou ainda livre da curiosidade do repórter, mas entre as minhas maldades de pecador e a perfeição de Judas existia um abismo. O meu atrevimento, porém, e a santa humildade do seu coração ligaram-se para que eu o atravessasse, procurando ouvi-lo.

- O senhor é, de fato, o ex-filho de Iscariotes? - perguntei.

- Sim, sou Judas - respondeu aquele homem triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longa túnica.

Como o Jeremias, das Lamentações, contemplo às vezes esta Jerusalém arruinada, meditando no juízo dos homens transitórios...

- E uma verdade tudo quanto reza o Novo Testamento com respeito à sua personalidade na tragédia da condenação de Jesus?

- Em parte... Os escribas que redigiram os evangelhos não atenderam às circunstâncias e as tricas políticas que acima dos meus atos predominaram na nefanda crucificação. Pôncio Pilotos e o tetrarca da Galiléia, além dos seus interesses individuais na questão, tinham ainda a seu cargo salvaguardar os interesses do Estado romano, empenhado em satisfazer as aspirações religiosas dos anciãos judeus. Sempre a mesma história. O Sanedrim desejava o reino do céu pelejando por Jeová, a ferro e fogo; Roma queria o reino da Terra. Jesus estava entre essas forças antagônicas com a sua pureza imaculada. Ora, eu era um dos apaixonados pelas idéias socialistas do Mestre, porém o meu excessivo zelo pela doutrina me fez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, única arma com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória. Com as suas teorias nunca poderia conquistar as rédeas do poder, já que, no seu manto e pobre, se sentia possuído de um santo horror à propriedade. Planejei então uma revolta surda como se projeta hoje em dia na Terra a queda de um chefe de Estado. O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradores para uma obra vasta e enérgica como a que fez mais tarde Constantino Primeiro, o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que, aliás, apenas serviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando, pois, o Mestre, a Caifás, não julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos, presumi que o suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.

- E chegou a salvar-se pelo arrependimento?

- Não. Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores. Depois da minha morte trágica, submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus, e as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde, imitando o Mestre, fui traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição, deixei na Terra os derradeiros resquícios do meu crime, na Europa do século XV Desde esse dia, em que me entreguei por amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentindo na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...

- E está hoje meditando nos dias que se foram... - pensei com tristeza.

- Sim... estou recapitulando os fatos como se passaram. E agora, irmanado com Ele, que se acha no seu luminoso Reino das Alturas que ainda não é deste mundo, sinto nestas estradas o sinal de seus divinos passos. Vejo-O ainda na cruz entregando a Deus o seu destino... Sinto a clamorosa injustiça dos companheiros que O abandonaram inteiramente e me vem uma recordação carinhosa das poucas mulheres que O ampararam no doloroso transe... Em todas as homenagens a Ele prestadas, eu sou sempre a figura repugnante do traidor... Olho complacentemente os que me acusam sem refletir se podem atirar a primeira pedra... Sobre o meu nome pesa a maldição milenária, como sobre estes sítios cheios de miséria e de infortúnio. Pessoalmente, porém, estou saciado de justiça, porque já fui absolvido pela minha consciência no tribunal dos suplícios redentores.

Quanto ao Divino Mestre - continuou Judas com os seus prantos - infinita é a sua misericórdia e não só para comigo, porque, se recebi trinta moedas, vendendo-O aos seus algozes, há muitos séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo a grosso e a retalho, por todos os preços, em todos os padrões do ouro amoedado...

- E verdade - concluí - e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de vendê-LO.

Judas afastou-se tomando a direção do Santo Sepulcro e eu, confundido nas sombras invisíveis para o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvens pardacentas e tristes, enquanto o Jordão rolava na sua quietude como um lençol de águas mortas, procurando um mar morto.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

BRASIL, 511 ANOS


Este livro é “a revelação da missão coletiva de um país” como define o Espírito Emmanuel, que o prefacia. Ditado em 1938 a Francisco Cândido Xavier, nele o autor, que em obras posteriores passou a utilizar o pseudônimo Irmão X, analisa fatos da História do Brasil objetivando demonstrar a missão evangelizadora da Nação e o acompanhamento feito por Jesus do seu processo evolutivo. A partir de dados colhidos no Plano Espiritual, tece comentários sobre a escravidão, os movimentos nativistas, a Independência, a Guerra do Paraguai, o Espiritismo e o Movimento Espírita no Brasil. Explica a missão da pátria brasileira como “coração espiritual da Terra”, evidenciada pela espontânea e enorme acolhida que a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, teve em nosso país, concitando o povo à prática do Evangelho de Jesus, a fim de irradiar à Humanidade a paz e a fraternidade.
Autor: Irmão X (Humberto de Campos)

Médium Psicógrafo: Francisco Candido Xavier

Editora: FEB

Páginas: 213

Tamanho: 14x21 (cm)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Para lembrar e refletir


DE MÁRIO A TIRADENTES

Médium Psicógrafa: Mariliusa Moreira Vasconcellos

Romance espírita ditado por Tomás Antônio Gonzaga, um dos Inconfidentes Mineiros; Conta uma das encarnações de Tiradentes Mario em Roma no século II AC, onde foi eleito Consul por 7 vezes. Outros inconfidentes também estavam presentes como Aleijadinho, Tomás Antonio Gonzaga, Marília, Silvério dos Reis e outros. Tam. 21x14 cm, com 333 págs. Editora ATLAN.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

MENSAGEM DO DIA

Não se iluda

Não há vitória possível neste mundo sem dor e sofrimento

Porque para vencer o inimigo é preciso conhecê-lo

E o inimigo está dentro de você

São as suas imperfeições e fraquezas e enganos

Mire-se no exemplo daqueles que passaram pelo mundo e fizeram do amor o seu arado e o seu dote.

Eles fizeram o bem e por isso venceram

Faça o bem ao seu semelhante

Faça

E logo perceberá que este é o caminho mais curto para vencer o inimigo que existe dentro de você.

Vitória sem a qual você jamais saberá o que é felicidade

Não esqueça, entretanto, que para receber a honra e a desonra é preciso ajoelhar-se perante o Grande Rei. A humildade, mais que virtude, é o caminho para a libertação.

g.j.c.jr.

(Mensagem psicografada em 19/04/2011).

segunda-feira, 18 de abril de 2011

154 ANOS


Nesta data, comemoram-se 154 anos do lançamento do Livro dos Espíritos de Allan Kardec. No último sábado, 16, a Casa dos Espíritas de Rio Claro, lembrou o importante evento, com palestra sobre o tema, proferida pelo Prof. José Carlos da Costa Custódio.

sábado, 16 de abril de 2011

GUIAS ESPIRITUAIS


Agradeça o carinho dos Espíritos generosos, encarnados ou desencarnados, que te amparam a experiência, aplicando-te às lições de que são mensageiros” – Emmanuel.

O que é um Guia Espiritual?

É um Espírito elevado que, representando a Misericórdia Divina, ampara-nos e orienta-nos para a Luz.
Formulemos outra questão a fim de colocar o problema em termos bem compreensíveis:
Que espécie de amparo e orientação podem nos dispensar os Guias Espirituais?
Sugerem-nos os bons pensamentos.
Consolam-nos em nossas aflições.
Influenciam, beneficamente, nossos pensamentos, atos e palavras.
Inspiram-nos sempre para que façamos do Bem nosso permanente objetivo.
Os Guias Espirituais, por sua elevação e nobreza, não ficam conosco durante todo o tempo.
Não podem ficar à nossa disposição minuto a minuto, porque embaraçaria nosso progresso, que se faz na base do esforço pessoal, da aquisição de sentimentos puros e de cultura nobre.
Todos nós temos Guias Espirituais: católicos, protestantes, budistas, etc.
O que varia é a denominação que as diversas religiões dão a esses abnegados Benfeitores.
Emmanuel, em expressiva mensagem diz que: “A bondade infinita que nos socorre nos santuários espírita-cristãos, é a mesma que se expressa nos templos de outra feição interpretativa da Divina Idéia de Deus”.
Deve se considerar que, os Guias Espirituais nos prestam auxílio na prova difícil, mas, em face de nosso livre-arbítrio não nos carregam aos ombros, portanto, não fazem o que pertence exclusivamente a nós mesmos fazer para o nosso progresso espiritual.
Guias Espirituais são irmãos nossos que se engrandeceram e se iluminaram em lutas edificantes.
Amá-los e respeitá-los, portanto, constitui inalienável dever de todos nós.

Do livro: Mediunidade e Evolução. Autor: Martins Peralva. Editora FEB.

Sobre o livro "MEDIUNIDADE E EVOLUÇÃO".

O autor, reconhecida autoridade no tema "mediunidade", nos oferece esta obra com "um profundo desejo de colaboração evangélico-doutrinária junto aos que possuem, velados ou ostensivos, os tesouros mediúnicos".

Atingindo plenamente a intenção de colaborar com os que trabalham na condição de médiuns entre os dois planos de vida, Martins Peralva analisa a faculdade mediúnica sob vários ângulos, enaltecendo-a nos seus objetivos superiores e apontando os inconvenientes que devem ser evitados.

Demonstra que a mediunidade com Jesus conduzirá o homem pelas vias da evolução, libertando-o da condição do "homem velho" para que surja o homem espiritualmente novo.

Fonte: Editora FEB.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

MENSAGEM DO DIA


COMEÇO DE TAREFA

André Luiz


Diz você que deseja iniciar-se nos serviços do bem.

Não perca tempo na indecisão. Eis aqui alguns modelos para começar:


Experimente suportar sempre com paciência e carinho algum familiar de trato áspero.

Nos recintos onde surjam atividades de natureza coletiva, ampare espontaneamente a algum enfermo ou a essa ou àquela criança incomodada que requisitem atenção.

Procure, no campo do próprio dever, ofertar ao seu próprio trabalho alguns momentos de cooperação extra, sem a preocupação de obter gratificações ou elogios.

Busque tornar menos pesado o dia de algum companheiro que você saiba em provação.

Se você é o centro, mesmo involuntário, de algum fato desagradável, seja a primeira pessoa a sorrir, desfazendo tensões ou aborrecimentos capazes de aparecer.

Não reclame.

Não grite.

Não condene.

Não tema servir

Não se queixe.

Aqui ficam algumas indicações para os companheiros que aspirem a matricular-se na Seara do Bem.

Depois de iniciado semelhante trabalho, do ponto de vista externo, então passaremos às tarefas de renovação íntima, que são muito mais complexas e mais difíceis, é claro.

Psicografia de Francisco Cândido Xavier, do livro AULAS DA VIDA, Editora IDEAL.

terça-feira, 5 de abril de 2011

AS MÃES DE CHICO XAVIER (Trailer do filme em cartaz)

MENSAGEM DO DIA


Confia. Não desanime ante a dificuldade. Não a veja dessa forma: como um empecilho em sua vida. Mas sim como uma oportunidade que a vida se lhe apresenta para o seu crescimento espiritual. Afinal, Deus já sabia da sua vida, antes que você se decidisse por ela.

sábado, 2 de abril de 2011

Coluna Espírita “Páginas de Espiritismo Cristão”


CHICO, SINÔNIMO DE AMOR

É natural afirmar que o dia 02 de abril se trata de uma data muito importante para os espíritas. Mas não somente para os espíritas. E sim, para todo aquele que reconhece no amor e no perdão, na disposição em fazer o bem em favor do semelhante, a prática do Evangelho de Jesus. Em que pese as limitações, as imperfeições, os vícios de toda sorte impregnados na alma e comum a todo ser humano, o esforço em praticar o bem, em amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo é a porta que se abre a todo aquele de boa-vontade e que, a este revela um caminho que conduz à paz e a felicidade.
Na data de hoje, comemora-se o aniversário de nascimento daquele que conquistou, não apenas da parte dos espíritas, mas de todo ser humano de bom coração, a simpatia, o respeito e a admiração, pelo fato de renunciar a sua própria vida e seus interesses para se dedicar com alma e coração, com amor e carinho ao semelhante, trazendo-lhe justamente aquilo que melhor define a religião espírita que é, sobretudo, consoladora, porque é substanciada no amor, e esclarecedora, porque traz luz à fé em Deus e no Evangelho de Jesus.
Nesta data, comemoram-se os 101 anos de nascimento de Francisco de Paula Cândido Xavier que, mais que um medianeiro entre dois mundos, o físico e o espiritual, foi aquele que compreendeu e aceitou e buscou com todas as suas forças colocar em prática, a reveladora Boa-Nova de Jesus, segundo a qual, fora da caridade não há salvação.
Inspiremos-nos no exemplo de Chico Xavier para, segundo os ensinamentos de Jesus, buscar a paz e o amor existentes em nós, pois, afinal, somos todos filhos de Deus, independentemente da situação em que nos encontramos. Como dizia o bom e afável Chico: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Esperança sempre. Esta é a força que deve animar o nosso espírito, porque pertencemos todos à Sagrada Família. Porque Deus é nosso Pai e Jesus, nosso Irmão Maior, e Maria, a Mãe de Nós todos. Somos ovelhas, e desgarradas ou não, estamos ao aprisco e sob o olhar do pastor. Não temos nada a temer. E, portanto, nenhum motivo para não acreditarmos na força do Amor e do Perdão, que nos cura, nos liberta e nos faz conhecer a felicidade que os olhos e o coração da alma vêem e sentem.
g.j.c.jr.

Publicado no Jornal Diário do Rio Claro, à pág. 11, edição de 02/04/2011.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

CLUBE DO LIVRO - LANÇAMENTO DE ABRIL


A Misericórdia Divina nos Liberta do Passado

Relata o socorro prestado pelos amigos espirituais a vários personagens que fazem parte deste drama e as inúmeras oportunidades a eles concedidas no processo de reconciliação. A obra traz revelações de como os Espíritos trabalham nas dimensões espirituais da casa espírita, onde a ação tem lugar.

Ernesto Macedônio (Autor Espiritual)
Izoldino Rezende (Médium)

Romance - 368 págs. 14x21 cm
EDLECX - Livro - Espírita - Cód. 17222

Preço de Mercado deste livro: R$24,00

Para os sócios do Clube do Livro Sementes de Luz: R$15,00

FAÇA O BEM, SEJA BOM, ÉS FILHO DE DEUS


(...) O mal não é vossa obra, Senhor, porque a fonte de todo bem não pode nada engendrar de mau; nós mesmos o criamos infringindo as vossas leis, e pelo mau uso que fazemos da liberdade que nos concedestes. Quando os homens observarem vossas leis, o mal desaparecerá da Terra, como já desapareceu dos mundos mais avançados.

O mal não é uma necessidade fatal para ninguém, e não parece irresistível senão àqueles que a ele se abandonam com satisfação. Se temos a vontade de o fazer, podemos ter também a de fazer o bem; por isso, ó meu Deus, pedimos a vossa assistência e a dos bons Espíritos para resistirmos à tentação.

(O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, Preces Gerais, Oração Dominical, VI – Não nos abandoneis à tentação, mas livrai-nos do mal)